quinta-feira, 6 de junho de 2013

Jesus herdou o pecado original de Maria?


Jesus herdou o pecado original de Maria?

Introdução
No dia 08 de Dezembro a igreja Romana comemora o dia da Imaculada Conceição, dogma que defende que Deus preservou a Santa Virgem do pecado original para que esta pudesse conceber Jesus. Sem querer faltar com o respeito, encontro aí minha maior dificuldade com o catolicismo romano: se Nossa Senhora que eles falam foi livre do pecado original e, portanto, não transmitiu o pecado original para Jesus, logo Jesus não carregou sobre si o nosso pecado, então não salvou o mundo, e sua encarnação já não faz sentido. De quem nasceu Maria, não foi dos seus pais? Lógico que foi! Maria foi concebida a traves da relação sexual entre seus pais, logo ela foi concebida trazendo sobre si o pecado original, pois o apóstolo Paulo nos diz que: “todos pecaram e precisa da graça de Deus” (Rm 3:23). Toda a raça humana foi atingida e contaminada pelo pecado original (Rm 5:12). É inconcebível na Bíblia, que haja uma raça que Deus os preservou do pecado original, o salmista já falara: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51:5). 

Diante deste contexto polemico e interessante, surgi duas perguntas: Jesus sendo Santo e sendo Deus poderia nascer de uma pecadora? Se Maria era pecadora e Jesus nasceu dela, então Ele herdou o pecado original? E como pode Jesus sendo verdadeiro homem se ele não herdou os efeitos da ou as condições da carne? E como pode ele sendo verdadeiro Deus, se ele herdou o pecado original, um pode anular o outro, ou não?

Penso que se qualquer um de nós não tivesse recebido a semente do pecado original, não teria qualquer dificuldade para vencer as tentações, nem precisaria do sacrifício vicário do Filho de Deus. 

Aliás, não haveria tentações, pois, segundo as Escrituras, somos tentados unicamente pela concupiscência, ou tendência de nossa própria carne. Lembrando que a nossa condição humana em relação ao pecado, é diferente da condição humana de Jesus, na sua concepção, para a nossa concepção, foi preciso do uma substância chama de sêmen, a traves do qual estará contidas os espermatozoide que se une com o ovulo da mulher, o qual será produzido o ser humano, trazendo sobre si, a culpa dos nossos pais, que vai gradativamente fluindo as paixões da carne e se aprofundando na prática do pecado. Já a concepção de Jesus não foi assim, não foi preciso à contribuição de José, ali foi obra miraculosa de Deus, trabalhando no útero de Maria envolvendo com a sua glória. Aqui surgem duas considerações a fazer:

1) Jesus herdou o pecado original: O fato de Jesus ser totalmente homem, implica em ter nascido sujeito a todas as condições dessa carne humana. Se Jesus não recebeu a semente do pecado original, não foi tentado como eu e você, e sua vitória já não é nossa, venceu tão somente por si, pois nossa luta é diferente. A vitória de Jesus sobre o pecado do homem tem em si a intrínseca necessidade de que Ele tenha vivido sob a exata condição humana, caso contrário, não foi o pecado do mundo que Ele venceu.

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (Edição Típica Vaticana), parágrafo 404, "o pecado original é um pecado contraído e não cometido, um estado e não um ato... transmitido por propagação à humanidade inteira". Portanto, uma condição inerente a qualquer um que seja totalmente humano, ainda que não cometa pecado. Acho que isso fica evidente no episódio do Getsemani, onde Jesus disse ao Pai: "não seja feita a minha vontade, mas sim a Tua". Cabe então perguntar: por que Jesus teve uma vontade que se opunha a vontade do Pai? A vontade de Jesus de que esse cálice lhe fosse poupado revela sua humanidade assumida em estado decaído, isto é, sob efeito do pecado original. Sua submissão e obediência à vontade do Pai revela sua vitória sobre todo pecado, inclusive o original, sobre o qual não venceria se não o enfrentasse em sua própria carne. O autor de Hebreus também revela isso: "Ele em tudo foi tentado á nossa semelhança..." (efeito da condição contraída), "...mas em nada pecou". Ora, se Jesus não contraiu o pecado original, sua tentação foi uma farsa.

De acordo com São Paulo, "Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei" (Gl.4:4). Ora, se ele se sujeitou à Lei, também se sujeitou ao pecado, pois conforme o mesmo apóstolo, a Lei desperta a concupiscência (Rm.7:5).

Jesus não veio a esse mundo para apenas ajudar o pecador. É importante lembrar que a mensagem do cristianismo não é a revelação de um Deus que ajuda os homens, mas sim um Deus que se faz homem, o bendito que se faz maldito, o santo que se faz pecador - mesmo sem pecar.

É exatamente porque Jesus se sujeitou a exata condição humana que temos um Deus que se compadece de nós, compreende nossas falhas e é rico em perdoar.

2) Não herdou o pecado original: Mas como assim se Ele nasceu de uma pecadora? Sim poderia e de fato nasceu, Jesus foi o único ser humano que nasceu de uma humana e que nunca pecou, Maria foi pecadora como nós e ela reconheceu que precisava de um Salvador como ela mesmo declara em LC 1.37 porem se Jesus tivesse nascido fruto de uma relação sexual, aí ele seria pecador, mais como Maria achou-se grávida pelo Espirito Santo, Jesus não é pecador, e depois de ter dado a luz a Jesus, Maria teve mais filhos como é declarado em MT 13.55.

Se Maria não fosse pecadora, Deus seria mentiroso, pois disse que “todos” pecaram, que não há um justo sobre a Terra, e que somente Jesus nunca pegou (são textos que todos conhecem, acredito eu).

A Bíblia diz que por intermédio de Adão o pecado entrou no mundo. Logo, o pecado (a desobediência), é passada pelo homem. Isso é lógico, pois se lerem o relato de Gênesis, observem que Deus só “apareceu” após Adão ter comido do fruto. Reparem, que quando Eva comeu o fruto, seus olhos não foram abertos, e ela não se sentiu envergonhada por estar nua. Mas depois que Adão comeu do fruto, seus olhos se abriram. Foi a Adão que Deus deu a responsabilidade de cuidar do Éden, sendo Eva sua “companheira”, então, o peso da responsabilidade estava sobre ele, que recebeu ordens diretas de Deus.

Por isso, quando Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, ele não recebeu a “herança de Adão” que seria passada por José. Por isso, por intermédio de um “homem”, Adão (vejam, Eva comeu o fruto primeiro, mas a Bíblia mostra que foi por intermédio de Adão que o pecado entrou no mundo), o pecado entrou no mundo, e por intermédio do pecado, a morte. Todos nós somos filhos de um homem e uma mulher, todos recebemos a “herança de Adão”, com exceção de Jesus, o Cristo.

2.1. Explicação biológica. 

a) A vida uterina do feto: Segundos os entendidos no assunto, No livro de fisiologia de Howell diz: "o sangue da mãe e do feto não entram em contato. Eles estão separados um do outro". No livro de Obstetrícia de Willians diz na pág.133 "que em nenhum momento o sangue maternal acessa o sangue fetal sendo separado um do outro por uma dupla camada de epitélio". O bebê recebe todos os nutrientes do sangue da mãe através do cordão umbilical mas o sangue da mãe não entra em contato com o sangue do bebê e vice-versa, Se mãe tiver sangramentos na gravidez o sangue do bebê poderá entrar em contato com o da mãe, por isso é possível mães aidéticas terem filhos sem aids tomando o cuidado na hora do parto.

Fonte(s): Histologia e embriologia A.L. Carneiro
O feto recebe nutrientes e oxigênio do sangue da mãe através da placenta. O coração do feto bombeia o sangue através do cordão umbilical para dentro dos vasos da placenta. Neste caso, Maria não teve nenhuma participação na geração de Jesus. Não correu nas veias de Jesus o sangue de Maria.

b) Quem determina o sexo do bebe, a mãe ou o pai?
O sexo do embrião é determinado na fertilização: os óvulos contém 23 cromossomos e um deles é sempre o cromossomo X, os espermatozoides também possuem 23 cromossomos, mas podem ter o cromossomo X ou Y. 

O que é o cromossomo? (Um cromossomo é uma estrutura organizada de DNA e proteína que é encontrada nas células. É um único pedaço de espiral de DNA contendo muitos genes, elementos reguladores e de outras sequências de nucleotídeos). Portanto, o sexo genético do embrião é determinado pelo espermatozoide:
- Se o óvulo for fecundado por um espermatozoide contendo o cromossomo X, o zigoto será XX e será do sexo feminino.
- Se o espermatozoide tiver o cromossomo Y, o zigoto será XY e será do sexo masculino. 
Y + X = XY = Menino
X + X = XX = Menina 

Jesus era filho apenas de mulher, sem o concurso ou participação do homem, (nascimento virginal). Sabemos hoje que o sexo do embrião é determinado sempre pela herança genética do pai. O gene que determina o sexo é formado pelos elementos conjugados X e Y, sendo que as células da mulher contêm os elementos XX e as células do homem contêm os elementos XY. Isto significa que se a mulher pudesse conceber sem o concurso do homem, o novo ser gerado seria XX, ou seja, seria mulher. No caso de Jesus, o elemento Y foi dado pelo Espírito Santo, pois Jesus não recebeu o gene XY de um homem.

2.2. O que a bíblia diz a respeito do nascimento de Jesus?
A Bíblia diz que, Jesus nasceu sob a lei e nascido de mulher, o que o texto quer dizer? Vejamos em duas circunstâncias:

a) Nascido sob a lei: Esta expressão significa que, ele se submeteu a lei, para nos resgatar da escravidão da lei, o qual subjugavam as pessoas (Gl 4:4-7). Porque Jesus se submeteu a lei, não significa dizer, que Ele herdou o pecado original, como alguns tentam justificar esta corrente, com este texto. "Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam nos termos da lei, de modo que fomos adotados como filhos "(Gl 4:4-5).

b) Nascido de mulher: Vejam que, o texto não fala nascido de homem, mas de mulher (Mt 1:18,20). No Éden, a mulher só percebeu que esta nua, quando o homem Adão comeu do fruto (Gn 3:6,7); veja que, Eva comeu primeiro, mas Deus chamou atenção de Adão e somente quando este comeu (Gn 3:8,9-11). No contexto de Mateus 1:18,20 – o anjo fala a José que o que acontecera com Maria, foi obra do Espírito Santo, gerando Jesus no seu ventre, tornando assim sua concepção ou conceição, sobre natural, que não continha a semente do humana, mas divina. Em Lucas 1:35 - o anjo fala que o Senhor, a través do Espírito Santo, desceria sobre Maria e o poder de Deus o envolveria com sua sombra, e portanto o que iria nascer seria santo.

Jesus foi concebido por obra e graça do Espírito Santo no útero de Maria, mas seu nascimento foi normal e humano (Mt 1.25; Lc 2.7 e Gl 4.4). Ele desenvolveu-se no ventre de sua mãe como qualquer outro feto saudável, passando por um período de gestação e trabalho de parto normais. Após seu nascimento, desenvolveu-se fisicamente de forma também normal (Lc 2. 40-52 e Hb 5.8), vivendo sadiamente em um lar (Mc 6.1-6).

c) Semelhança com os homens: A palavra semelhança do grego “homoiõma” significa algo que em parte se assemelha, ou parece, mas nunca a mesma coisa ou natureza na sua totalidade, é algo aparente. Como na formação do homem, Deus disse, ”façamos o homem a nossa... semelhança”, ou seja, em algumas coisas, parecidos, como a capacidade de raciocinar, conhecedor das coisas, algo divino dentro dele com a alma, etc., mas nunca a mesma natureza que Deus. 

As Sagradas Escrituras afirmam que Jesus esteve sujeito a todas as limitações físicas próprias da humanidade: teve sede (Jo 19.28), fome (Mt 21.18) e cansaço (Jo 4.6); e sentiu alegria ( Lc 10.21), tristeza (Mt 26.37), amor (Jo 11.5), compaixão (Mt 9.36), surpresa (Lc 7.9) e ira (Mc 3.5)

O teólogo britânico Bruce Milne, em sua obra Conheça a Verdade (ABU Editora, 1987), destaca que a tradução literal das passagens de Lucas 19.41, Mateus 27.46 e João 2.17 aponta para um Jesus que viveu intensamente as emoções humanas. Em Lucas, lê-se no original grego que "tomado de tristeza incontrolável, chorou". Na passagem de Mateus, lê-se que Jesus teve "uma consternação que se assemelha ao desalento". Já no Evangelho de João, o apóstolo descreve o Mestre com uma "indignação violenta que o consome como fogo".

Mas, uma das provas contundentes da humanidade de Jesus é a sua vida religiosa. Mesmo sendo Deus, Jesus, como homem, precisava estudar. Ele precisou aprender sua língua, como qualquer outra criança (Lc 2.52). Jesus estudou as Escrituras e meditou nelas para poder explicá-las (Lc 2.46,52). Agora , quando explicou-as, o fez com uma percepção singular (Mt 22.29; 26.54,56; Lc 4.21; 24.27, 44). Como homem, Jesus, também precisava orar. Todos os milagres que operou não foram por seu poder como Segunda Pessoa da Trindade, mas pelo poder do Espírito Santo (Mt 12.28; Lc 4.18 e At 10.38). Para isso, Jesus orava constantemente, e algumas vezes a noite inteira (Lc 6.12).

3. As tentações que sofreu são outra prova de sua humanidade. 
Ele foi "tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado" (Hb 4.15). Mas alguém pode dizer: "Será que essas tentações foram mesmo tentações para Ele, uma vez que Jesus não nasceu com natureza pecaminosa?" O fato de que as tentações que Cristo sofreu não terem contado com apoio interno, com uma natureza pecaminosa lutando dentro Dele a favor da tentação, como ocorre conosco quando somos tentados, não significa que Jesus não sofreu pressões quando foi tentado. Lembremo-nos de Adão antes da Queda. Ele é um caso de natureza humana sem pecado, mas sujeita a uma tentação real. Assim foi com Jesus, tinha a natureza humana como Adão, mas não tinha a natureza pecaminosa que nos faz militar internamente. mas diante das tentações Ele não cedeu, pois Ele é a figura do Adão perfeito. Além disso, o "filtro" da proteção divina na hora da tentação não estava sobre Jesus. Como assim?

1 Coríntios 10.13 diz que Deus faz com que nunca sejamos tentados "além das nossas forças". Como parafraseia Bruce Milne, "a tentação que encontramos é filtrada através da mão protetora de Deus". Acredita-se, porém, que, no caso de Jesus, esse "filtro" foi removido. Não é à toa que Cristo chegou a suar sangue em meio à tensão para fazer a vontade do Pai ( Lc 22.44). Assim, "Jesus não participou do pecado original e permaneceu sem pecado durante toda a sua vida, mas como verdadeiro homem, Ele suportou o peso e o poder da tentação a um ponto que jamais iremos experimentar", conclui Milne.

A natureza divina de Jesus não poderia deixar que algo à sua semelhança tendesse para o nada ou para o erro, e por sua filantropia quis salvar a humanidade. Ao afastar-se de Deus, o homem tornou-se corruptível tendendo ao nada, ou sempre a fazer o que é errado. A Manifestação do Verbo aconteceu para que os homens pudessem ser salvos de sua tendência natural ao nada e voltarem-se novamente para o Ser Pleno, que é Deus. Ou seja, o homem é corruptível porque transgrediu os mandamentos e saiu do estado para o qual Deus o criou. Ao contrário de Jesus Cristo, o homem foi criado do nada e tende naturalmente ao nada. Jesus foi criado de Deus e tende naturalmente a Ele.

O corpo de Jesus Cristo nunca esteve sujeito à corrupção, pois ele não tendia ao nada. Somente Ele veio de Deus, então sua tendência natural era para Deus, enquanto o homem, que veio do nada depois do pecado, tendia ao nada, ao pecado. Seguir a moral cristã e a obediência a Deus elevaria o homem novamente a Deus, ou a posição que Deus estabelecera no Jardim do Éden.

Em 1 Tim 2:13-14 diz-se que “Primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão”. Pelo texto acima, infere-se que o pecado da mulher não daria base legal a satanás para tomar posse do mundo porque a mulher foi enganada. Quando, porém, o homem pecou, ele se submeteu conscientemente às ordens de satanás, ou seja, tornou-se escravo de satanás (Rom 6:16). Isto deu a satanás o direito legal de se assenhorear da terra e de todos os descendentes de Adão.

Parece, portanto, que o pecado original é passado aos descendentes pelo homem e não pela mulher. "Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos” (Rom 5:19).

Desta forma, como Jesus não teve pai humano, não herdou o pecado original. Mas Ele assumiu o pecado de toda a humanidade quando subiu à cruz. Ele disse: "Quando for levantado da terra atrairei todos a Mim mesmo". Ele, que não tinha pecado, se fez pecado por nós. Isto é maravilhoso. É a demonstração do Seu grande amor para conosco.

Conclusão
Concluímos que, como Jesus não recebeu o gene do homem, mas de Deus, por obra do Espírito Santo. E conforme Paulo, de que o pecado veio a humanidade a traves do homem Adão (Rm 5:12), e que na queda do homem, a onde primeiro quem comeu do fruto foi a mulher, mas Deus chamou a atenção foi do homem (Gn 3:8-11), e que a semelhança de Jesus com o homem, não significa dizer, a mesma coisa, ou natureza, mas algo que em parte se assemelha, e que dentro de Jesus não tinha aquele conflito interior, com tendência para o mal, então podemos concluir que, Jesus não herdou o pecado original. Mas mesmo assim, não anula o fato de que Maria foi resguardada por Deus, sem o pecado original, Maria foi uma mulher comum como todas as outras. Se assim fosse, as profecias do antigo testamento, seria voltada para uma jovem virgem chamada Maria, mas vejam que as profecias, aponta para o nascimento de Cristo, em uma jovem, um virgem e não especifica, a família, e nem tão pouco o nome dela, então logo, esta constatação do catecismo católico, em afirmar que Maria tinha sido protegida por Deus, ou preservada, do pecado original, é inconcebível diante das escrituras sagradas.

Apesar da sua humanidade, não diminuirá em nada, do que ela foi e do que ela representa para a humanidade como exemplo de fé, e submissão a Deus. Se realmente aquelas pessoas que se dizem seguidoras de Maria, se realmente fosse, elas não adoraria a Maria e nem a outros, como serva do Deus altíssimo, ela nunca concordaria com este tipo de submissão a ela, que todos os seguidores de Maria, venham a fazer o que ela sempre fez, ser submissa unicamente a Deus.